segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ate a Gordinha Gozou

Recebi uma ligação de uma pessoa que queria conversar comigo. Apesar de parecer constrangido, a pessoa denotava certo nível, pela forma de falar. Estranhei o papo e educadamente, recusei. Ela insistiu e disse que pagaria o preço do programa apenas para conversamos.
Bastante desconfiado, fui ao seu encontro numa confeitaria. Mal entrei, uma senhora próxima dos cinquenta anos, sentada numa mesinha, fez sinal com a mão. Me aproximei, estendi a mão e disse ¨-Prazer, sou Juan¨.
A mulher retribuiu o cumprimento e disse que se chamava Paula. Seu olhar penetrante, me medindo da cabeça aos pés, incomodou. Parece que gostou do que viu. Tirou do bolso duas notas de cinquenta reais dobradas, colocou na mesa e empurrou para mim. Perguntou o que eu queria comer e beber. Recusei.
-Juan, não é? Uma amiga falou de você. E você é exatamente a pessoa que eu procuro.
Me animei, pensando, ¨puxa, lá vem uma proposta de emprego decente!¨. E perguntei:
-Procura para que?
Ela suspirou, ergueu o tronco se apoiando mais forte no encosto da cadeira, deu uma sorvida no canudinho do refrigerante, pensou um pouco e disse:
-É minha filha. Acabou de passar no vestibular da Federal e pelo jeito é virgem. Você não pode quebrar o galho dela? Só de tentar, te pago o dobro. E se acontecer, te dou outro tanto.
Fiquei mudo pelo inusitado da proposta.
Cada louco! Mas aceitei a proposta. No dia seguinte, encontrei Paula e o filha. A mocinha era gorda, bem mais de cem quilos, mais baixo que eu, feição comum onde se destacava os grandes olhos azuis, que me fitavam tímidos e curiosamente.
A garota pelo jeito gostou de mim. Talvez pela expectativa de transar. Muitos clientes dizem que eu pareço um vizinho, o marido de uma conhecida e tantos outros madames que fantasiam dar.
A mae já tinha tudo preparado e planejado. Me deu um envelope e chamou um táxi. Falou para o motorista levar eu e ela para o melhor motel. Entrei no banco traseiro e sentei. Paula quase empurrou a filha para dentro do táxi. Quando ela entrou, o veículo até balançou.
No trajeto, um silêncio total. Olhei dentro do envelope que estava aberto. Nele havia dinheiro e um bilhete: ¨R$-350,00 para você, os táxis e motel. Aguardo no mesmo local. Se acontecer, te dou o prometido. Paula¨. Aquilo me tocou. Veja a que ponto chega uma mae pela filha!
Chegamos no motel. Paguei o táxi e entramos no quarto. Dava para notar seu jeito constrangido. Para quebrar o gelo, falei para ela sentar na cama. Para suportar esta vida, em todas clientes procuro algo de bom, algo que me motive e excite. Nela, o seu olhar puro e a expressão desejosa me tocou.
Liguei a TV e coloquei no canal de filme pornô. Comecei a dançar lentamente.
Senti a bocetinha se umedecia de tesão. Fui descendo as alças do vestido, desnudando os ombros e revelando o soutien negro, que contrastava com a brancura do colo e parte do ventre. E requebrando ao ritmo da música, como um felino, comecei a erguer o vestido.
E erguendo vagarosamente, mostrando agora a calcinha preta, fio dental.
Tirei o vestido e joguei.A garota, com os olhos arregalados, nem piscava!
Dei um beijo molhado nelas.
Baixou a calcinha  também. Nua,parecia mais gorda ainda. Tão jovem e as banhas faziam três dobras no abdômen!Comecei a xupa-la. Minha testa parou na barriga.Ela se contorcia inteira. Nessa hora tive certeza, que a tarefa de desvirgina-la ia ser moleza. Começou a gemer.
Fiz ela deitar na cama, com a barriga para cima. Tentei ir por cima. A posição era muito desconfortável.
A cabeça entrou forçada. Foi até a metade. Meio torta, iniciei o sobe desce. Ela gemia de prazer. A entrava mais e mais. A posição era cansativa.
Resolvi mudar.Pedi para ela vir por cima. Infeliz idéia! Mas o peso da sua barriga pressionava . Queria que ela gozasse logo, acabando aquele tormento, mas nem mete direito eu conseguia.
Com o pau enfiado na xaninha, com as pernas abertas envolvendo minhas pernas semi abertas,eu bombando ela gemendo. E eu, me sentido prensado por inteiro.
Normalmente consigo controlar o corpo numa transa, mas naquela, eu estava totalmente imobilizado. Já estava difícil até para respirar. Pedi para a moça sair um pouco, enquanto tentava inutilmente empurrar seu peito com as duas mãos. Olhei para seu rosto e vi uma expressão de quem estava vivendo um sonho, como se não acreditasse que estava metendo.
A saída dela de cima foi um alívio só. Nessa posição de franguinho assado, o pau entrou mais profundo ainda, com a barriga empurrando a parte de trás das minhas coxas.
Me beijou alucinadamente. Correspondi com ardor para apressá-la, soltando grunhidos. Estranhamente a foda estava ficando gostosa. Mas mal comecei a movimentar as ancas, senti que ela gozou, quando parou e soltou seu corpanzão relaxado sobre o meu, só o pau pulsando a cada esporrada.
Quando tireio pau, notei que a camisinha estava cheia de porra, até pendurada na ponta, devido ao peso. Pensei até em levar para a mae, como prova do feito. Rsrsrs.
Com poucos clientes eu gozo gostoso. Na maioria das vezes, eu simulo . Como era a primeira vez da menina, não achei correto que ele tivesse uma falsa lembrança. Ela estava querendo,eu com o pau duro denovo. Como a posição de franguinho assado tinha sido a mais confortável e prazerosa, fomos mais uma vez.
E como era a primeira vez dela,meti sem camisinha mesmo. Como ela tomava pílulas para evitar riscos(nao sei que risco rsrs), foi ao natural, o que é muito mais gostoso. Pude sentir o calor daquela buceta apertadinha e ela também, do meu pau quente, gostoso.
Ela demorou bem mais para gozar. E eu consegui ter mais um gozo, algo que reservo para ocasiões especiais, senão não consigo aguentar o batente. Fico enfraquecido e sem tesão para atender a seguinte. Mas, como o cachê era bom e o dia estava ganho...
Voltamos e Paula, a mae ,me recompensou generosamente. É, de verdade, puto sofre, mas...goza!¨.